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Wednesday, April 18, 2007

estes escandinavos...

Estes gajos são completamente marados!!
O tempo primaveril finalmente chegou e ok, sabe mesmo muito bem este sol e o céu azul... já dá para andar de óculos de sol e tal... agora chinelinho e corsários, tops sem costas!? Ainda estamos em Abril amigos!!! E o sol brilha sim senhor, mas aquecer é que nada!

Não admira que já andem por aí muitos constipados :p
Mas a verdade é que não há coisa melhor que a chegada da Primavera à Escandinávia.
Confesso que até eu já fui estender-me ao comprido no parque a ler um livro... mas ainda de calças e sweat-shirt!

Mas uma coisa é certa, a Primavera trouxe o que a gente quer: love is in the air!!

Thursday, March 22, 2007

Estava a navegar num daqueles 'dating sites', quando encontrei este texto num perfil:

"Tenho crises de melancolia e depressão que me tornam instável e imprevisível, com tendências autodestrutivas. Adoro dias cinzentos e de chuva. Odeio pessoas que assobiam. Gosto da combinação de azul claro e castanho. Gosto de pessoas que vêem mais além. Gosto de tipos misteriosos, calados mas com um olhar eloquente. Gosto de bipolares, esquizofrénicos e deprimidos. Raramente sei se estou a fazer a coisa certa e tenho muito poucas certezas."

Não sei se me hei-de sentir assustado pelo negativismo ou admirado pela sinceridade...

There are some really fucked-up people out there!!!

Tuesday, March 13, 2007

Pois também lá, entre as chaminés, nos intervalos do sofrimento, algo se assemelhava à felicidade. Toda a gente me pergunta só pelas vicisstiudes, pelos "horrores": todavia, no que me diz respeito, é talvez essa a experiência mais memorável. Sim, é disso, da felicidade dos campos de concentração, que eu lhes falarei na próxima vez, quando me perguntarem.
Se é que perguntam. E se eu próprio não me esqueci.

in
Sem Destino, Imre Kertész

Acabei ontem este livro. E por quanto mais leia/veja sobre o Holocausto, sinto sempre arrepios e lágrimas no canto do olho de cada vez que alguém conta a sua história... E a história de Imre Kertész é contada de uma perspectiva nova - a do fascínio, sem recorrer a um tom moralizante.